Ultimamente tenho saudades do tempo de escola. Do convívio, do estudo de algumas disciplinas, de alguns professores, sobretudo da escola que já foi toda remodelada, mas eu insisto em guardar comigo a imagem da escola antiga. Saudades dos colegas, dos momentos que me fizeram sentir feliz, enquadrada na vida.
Aquilo é que era qualidade de vida, comparada com a vida que tenho hoje! Mas o Ser Humano é tão complexo que nunca está satisfeito com nada, e eu jamais poderia fugir à regra.
Quando estudava, e apesar de todos os momentos que me fizeram feliz, eu queria era ganhar dinheiro, - o meu dinheiro -, sentir-me mais adulta, sentir que estava a construir algo, tudo parecia muito cor-de-rosa.
Mas naquela época, eu tinha tempo para muitas coisas. Ver os amigos, divertir-me com eles ou sozinha. Tempo para ler, escrever cartas (saudades), andar de bicicleta, pensar no amor, descobrir o amor, almoçar sem pressa, ver televisão, passear. Tinha TEMPO.
Hoje não tenho, parece que as horas se enrolam umas nas outras absorvendo cada minuto, cada segundo. Sinto que não tenho tempo. 'Fecho-me' durante 8 horas, e depois chego a casa e ainda me dou ao trabalho de trabalhar. Ninguém faz por mim. Ninguém.
Tenho livros para ler que estão lá parados há imenso tempo. Ontem lembrei-me de ir comprar o jornal, depois páro e pergunto-me: "Para quê, se não tenho tempo para o ler."
Ando a suspirar por um fim-de-semana 100% sofá, há um bom tempo e ainda não o consegui ter. Há sempre isto e aquilo que tem de ser feito. E quando arranjo uns simples minutos, não encontro vontade de tão cansada que me sinto.
Eu sei que há vidas mais complicadas do que a minha, oh se há. Tenho plena consciência, que há pessoas, sobretudo mulheres que têm de fazer um jogo de cintura incrível, as quais eu admiro.
Mas cada pessoa tem o seu devido tempo, é relativo. Precisamos sempre de tempo equivalente ás nossas necessidades. Estas são as minhas, não muitas, mas são as minhas, e tempo por aqui precisa-se.
Aquilo é que era qualidade de vida, comparada com a vida que tenho hoje! Mas o Ser Humano é tão complexo que nunca está satisfeito com nada, e eu jamais poderia fugir à regra.
Quando estudava, e apesar de todos os momentos que me fizeram feliz, eu queria era ganhar dinheiro, - o meu dinheiro -, sentir-me mais adulta, sentir que estava a construir algo, tudo parecia muito cor-de-rosa.
Mas naquela época, eu tinha tempo para muitas coisas. Ver os amigos, divertir-me com eles ou sozinha. Tempo para ler, escrever cartas (saudades), andar de bicicleta, pensar no amor, descobrir o amor, almoçar sem pressa, ver televisão, passear. Tinha TEMPO.
Hoje não tenho, parece que as horas se enrolam umas nas outras absorvendo cada minuto, cada segundo. Sinto que não tenho tempo. 'Fecho-me' durante 8 horas, e depois chego a casa e ainda me dou ao trabalho de trabalhar. Ninguém faz por mim. Ninguém.
Tenho livros para ler que estão lá parados há imenso tempo. Ontem lembrei-me de ir comprar o jornal, depois páro e pergunto-me: "Para quê, se não tenho tempo para o ler."
Ando a suspirar por um fim-de-semana 100% sofá, há um bom tempo e ainda não o consegui ter. Há sempre isto e aquilo que tem de ser feito. E quando arranjo uns simples minutos, não encontro vontade de tão cansada que me sinto.
Eu sei que há vidas mais complicadas do que a minha, oh se há. Tenho plena consciência, que há pessoas, sobretudo mulheres que têm de fazer um jogo de cintura incrível, as quais eu admiro.
Mas cada pessoa tem o seu devido tempo, é relativo. Precisamos sempre de tempo equivalente ás nossas necessidades. Estas são as minhas, não muitas, mas são as minhas, e tempo por aqui precisa-se.














